A experiência de dirigir em Salvador está se tornando cada vez mais onerosa. A presença constante de fiscalização eletrônica e o aumento exponencial das multas têm feito motoristas se perguntarem se ainda vale a pena tirar o carro da garagem.
Mais do que prevenir acidentes, o atual sistema parece voltado a gerar receita. A quantidade de infrações registradas semanalmente mostra uma estratégia implacável, que prioriza o bolso do contribuinte como fonte primária de recursos municipais.
Por trás desse modelo, surgem os nomes de Bruno Reis e ACM Neto. Os dois são vistos por críticos como os idealizadores de uma política que não perdoa e que transforma o trânsito em uma verdadeira armadilha urbana.